segunda-feira, 8 de outubro de 2018






Votação do primeiro turno confirmou tendência de guinada à direta do eleitorado brasileiro. Marcelo Camargo/Agência Brasil








“O nordestino é tão brasileiro como outro qualquer. No segundo turno, ampliaremos essa vantagem. Restam apenas dois caminhos: o da prosperidade, liberdade, família, o de estar ao lado de Deus (...) ou o caminho da Venezuela”. Jair Bolsonaro.

"A eleição de 2018 coloca muita coisa em jogo e muita coisa em risco". Fernando Haddad.

Quero um segundo turno sem vitimismos”. José Ivo Sartori.


Vamos conversar com os partidos que estiveram no primeiro turno”. Eduardo Leite.














CAMPANHA ELEITORAL PARA O SEGUNDO TURNO COMEÇA DIA 12

A propaganda eleitoral gratuita no rádio e TV para o segundo turno começa na próxima sexta-feira, dia 12, e termina no dia 26, dois dias antes da realização do segundo turno. Serão dois blocos diários de 20 minutos, com 10 minutos para os candidatos à Presidência da República e outros 10 minutos para os candidatos ao governo do Estado. Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) que disputam o Palácio do Planalto terão cinco minutos em cada bloco. O mesmo tempo para Eduardo Leite (PSDB) e José Ivo Sartori (MDB) para a disputa do governo gaúcho. (TSE)

LEITE E SARTORI DISPUTARÃO O SEGUNDO TURNO

Os candidatos Eduardo Leite (PSDB) e José Ivo Sartori (MDB) disputarão o segundo turno das eleições para o governo do Rio Grande do Sul. O ex-prefeito de Pelotas fez 35% dos votos contra 31% do atual governador. O segundo turno será realizado no dia 28 de outubro. Esta é a primeira eleição desde 1994 em que o PT não foi para o segundo turno no Rio Grande do Sul. O candidato petista, Miguel Rossetto, ficou em terceiro lugar, com 17% dos votos. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral TSE), o candidato do PDT, Jairo Jorge, ficou em quarto lugar com 11% dos votos. Mateus Bandeira (Novo) foi o quinto colocado 3% e Roberto Robaina, do PSOL, o sexto com 0,6% dos votos. Com 33 anos, Eduardo Leite é o mais jovem aspirante ao Palácio Piratini. É advogado e ex-prefeito de Pelotas. (Gaúcha ZH) 

EDUARDO LEITE QUER CONVERSAR COM OS PARTIDOS QUE DISPUTARAM A ELEIÇÃO NO PRIMEIRO TURNO

Em rápida entrevista em Pelotas, logo após o final da apuração, Eduardo Leite (PSDB) que foi o primeiro colocado no primeiro turno, sinalizou que deseja fazer alianças. Leite lembrou que quase 70% dos eleitores gaúchos não votaram em José Ivo Sartori (MDB). Disse que a população sinalizou que deseja um novo caminho, “quer mais, quer uma evolução”. Nestes dias que antecedem o começo da campanha no rádio e na TV, Eduardo Leite vai buscar formalizar alianças. Ao mesmo tempo, se mostrou preocupado com o futuro do seu partido que, com Alckmin ficou em quarto lugar na disputa presidencial (Gaúcha ZH)

“SARTORI: QUERO UM SEGUNDO TURNO SEM VITIMISMO”

José Ivo Sartori (MDB) disputa a reeleição ao Palácio Piratini contra Eduardo Leite (PSDB), ex-prefeito de Pelotas. Sartori agradeceu ao apoio dos eleitores e afirmou que “deseja um segundo turno sem vitimísmo”. Com 31,6% dos votos válidos no primeiro turno, o emedebista declarou que “nunca viu uma eleição como essa”. Para Sartori, a garantia de estar no segundo turno, em segundo lugar, demonstra a “força política” e o “reconhecimento popular” de seu governo. “É uma demonstração da nossa força, mesmo com todas as atitudes que tomamos e da forma como implementamos nosso projeto no Estado” – afirmou o governador. (Gaúcha ZH) 

VAN HATTEN, DEPUTADO FEDERAL MAIS VOTADO DO RS

Marcelo Van Hattem, do Novo, é o deputado federal mais votado na eleição realizada neste domingo. Com 32 anos, formado em Relações Internacionais e com mestrado em Ciências Políticas, Van Hattem foi eleito com mais de 345 mil votos. Natural de Dois Irmãos, foi eleito vereador com 18 anos, em 2004. Concorreu a deputado estadual em 2014 e foi o primeiro suplente do PP, exercendo o mandato de fevereiro de 2015 a março de 2018. Saiu do PP para filiar-se ao Novo. É o único deputado federal eleito pelo Novo. A bancada gaúcha na Câmara Federal tem 31 cadeiras. (Gaúcha ZH)

GAÚCHOS REELEGEM 19 DOS SEUS 31 DEPUTADOS FEDERAIS

Dos atuais 31 deputados federais gaúchos, 19 conseguiram se reeleger o que representa uma renovação de 38%. O PT, que elegeu 8 deputados em 2014, viu sua bancada encolher para 5 deputados nesta eleição. Ainda assim, continua como a maior bancada entre os deputados federais do Rio Grande do Sul, seguido pelo MDB e pelo PP, com quatro cadeiras cada um. Os dois partidos que tinham uma bancada com 5 deputados, perderam um cada. Um nome simbólico é do Emídio Perondi, do MDB. Em 2014, foi eleito para o sexto mandato com 109 mil votos. Ontem, fez apenas 38 mil, ficando fora da Câmara Federal. O PDT manteve suas 3 cadeiras e o PTB que tinha três deputados, elegeu dois. Uma novidade na bancada gaúcha a partir de 2019 será Fernanda Melchionna, vereadora em Porto Alegre pelo PSOL. Já o PSL, partido de Jair Bolsonaro, terá 3 deputados federais e o Novo, em sua primeira eleição para a Câmara Federal, terá um deputado. (Correio do Povo)

 SENADO: UMA CONFIRMAÇÃO E UMA SURPRESA

Os senadores eleitos pelo Rio Grande do Sul são Luiz Carlos Heinze, do (PP) e Paulo Paim, do PT. Heinze que queria ser candidato ao governo do Estado, surpreendeu ao se eleger com 2,3 milhões de votos quando as pesquisas indicavam que ele ficaria atrás de Paulo Paim e José Fogaça. Com 68 anos, Heinze é engenheiro agrônomo natural de Candelária. Em 2014 ele foi eleito deputado federal mais votado pelo PP. Foi um dos primeiros integrantes do PP que declarou apoio a Jair Bolsonaro (PSL) mesmo que o seu partido tenha coligado com o PSDB de Geraldo Alckmin. Metalúrgico e sindicalista atuante da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Paulo Paim, 68 anos, é senador desde 2002 e se elegeu pela terceira vez consecutiva para o Senado. Paim nunca perdeu uma eleição. (Gaúcha ZH)

RENOVAÇÃO NA ASSEMBLEIA DO RS CHEGA A 54%

O PSL, partido do presidenciável Jair Bolsonaro, estreia na Assembleia Legislativa do RS com 4 deputados, dois deles os mais votados, o tenente coronel Zucco e Ruy Irigaray. Além do PSL, Novo, DEM, Solidariedade e Podemos entraram na nova composição da Assembleia. Por outro lado, PCdoB, PPL e PV perderam as cadeiras conquistadas em 2014. A partir de 2019, 17 partidos terão representantes na Assembleia, dois a mais que na atual legislatura. A renovação chega a 54%. O PT e o MDB terão as duas maiores bancadas, com oito deputados cada um. (Correio do Povo)

DE DILMA A EDUARDO SUPLECY: OS GRANDES PERDEDORES DA DISPUTA AO SENADO

Marcada pela polarização, a eleição de 2018 registrou surpresas na disputa ao Senado porque muitos nomes conhecidos da política não conseguiram uma vaga. O caso que mais chamou atenção foi o de Dilma Rousseff (PT) em Minas Gerais, que acabou ficando em quarto lugar. Em São Paulo, o nome que estava liderando todas as pesquisas, Eduardo Suplicy (PT) também não se elegeu, ficando em terceiro lugar. Já no Rio de Janeiro, outro petista, Lindbergh Farias, ficou em quarto lugar. No Paraná, Roberto Requião (MDB) e o ex-governador Beto Richa (PSDB) também não conseguiram se eleger. Cristovam Buarque, no Distrito Federal, também não manteve seu mandato registrando apenas 12% dos votos. Em Pernambuco, Mendonça Filho (DEM) e Bruno Araújo (PSDB) também ficaram fora do Senado. Outro candidato à reeleição que chamou a atenção foi Magno Malta (PR), que chegou a ser cogitado para ser vice de Bolsonaro, não foi reeleito no Espírito Santo. No Maranhão, Edison Lobão (MDB) e Sarney Filho (PV) igualmente ficaram sem vaga no Senado. No Amazonas,  a atual senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB) perdeu a vaga no Senado e o mesmo aconteceu no Ceará com Eunicio de Oliveira (MDB), atual presidente do Senado. E em Roraima, Romero Jucá (MDB), também não conseguiu se manter no Senado por mais 8 anos. Líder de vários governos, figura conhecida nacionalmente, Jucá ficou fora por ser contra a Operação Lava Jato e também por ser contra os refugiados venezuelanos. (UOL)

MAIA PEDIRÁ BENÇÃO DE BOLSONARO

Um dos primeiros a aderir a Jair Bolsonaro no segundo turno deverá ser o presidente da Câmara Federal, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), cuja reeleição ao cargo ficou ameaçada diante do tsunami que se abateu sobre a composição da Casa.  A aliança que construiu com o Centrão já não é suficiente para lhe garantir a permanência, pois o PSL de Bolsonaro passa a ser o novo eixo em torno do qual se aglutinará a maioria em caso de vitória do capitão no segundo turno. (Estadão)      







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